Artigo original

Paulo Moura esteve onde poucos estiveram e viu o que ninguém quer ver. “Naqueles dias, as ordens eram para se matar toda a gente. Vi cadáveres de crianças por todo o lado”, conta à Renascença. O livro em que relata os dez dias que passou no último bastião do grupo radical no Iraque já está à venda. “É, sobretudo, um testemunho pessoal.”

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor escreva algo no seu comentário.
Por favor insira o seu nome aqui.