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Presidente norte-americano reconheceu esta quarta-feira que a cidade de Jerusalém é a capital de Israel.

“Não há alternativa à solução de dois estados. Não há plano B. Vou fazer tudo nos meus poderes para apoiar os líderes israelitas e palestinianos no regresso a negociações significativas”. Secretário-geral da ONU, António Guterres

A decisão do Presidente norte-americano de reconhecer Jerusalém como capital de Israel é um “marco histórico”. Qualquer acordo com os palestinianos deve incluir Jerusalém como capital de Israel. Os outros países do mundo devem seguir o exemplo dos Estados Unidos e transferir a embaixada de Telavive para Jerusalém. Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu

Jerusalém é a “eterna capital do estado da Palestina. Os Estados Unidos abdicaram do seu papel de mediador para a paz”. Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana

Anúncio de Trump é uma “agressão flagrante contra o povo palestiniano”. “Esta decisão marca o fim oficial do processo de paz”. Movimento palestiniano Hamas

A União Europeia manifesta sérias preocupações com o anúncio dos EUA. “As aspirações dos dois lados devem ser cumpridas e é preciso encontrar uma maneira, através de negociações para resolver o estatuto de Jerusalém como futura capital dos dois Estados”. Alta representante da UE para a Política Externa, Federica Mogherini

“O Governo alemão não apoia a posição norte-americana porque o estatuto de Jerusalém deve ser resolvido no âmbito da solução ‘dois estados’”. Angela Merkel, chanceler alemã.

“Discordamos da decisão dos EUA de mudar a embaixada para Jerusalém e conhecer Jerusalém como capital de Israel antes de um acordo final sobre o estatuto da cidade”. É improvável que a medida ajude a trazer paz à região. Porta-voz da primeira-ministra britânica, Theresa May

 

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A decisão dos Estados Unidos vai aumentar a tensão e viola a “legitimidade internacional”. A medida anunciada por Trump “consolida a ocupação israelita da parte ocidental da cidade”. Governo da Jordânia

A decisão de Trump é “uma sentença de morte para a paz”. Ministro Qatari dos Negócios Estrangeiros

“A França não aprova esta decisão é lamentável, que vai contra o Direito Internacional e todas as resoluções do conselho de segurança da ONU”. Presidente de França, Emmanuel Macron

“Condenamos a declaração irresponsável da administração americana. Apelamos aos Estados Unidos que reconsiderem uma decisão errada que pode ter consequências altamente negativas e evitem passos não calculados que prejudiquem a identidade multicultural e o estatuto histórico de Jerusalém”. Ministério dos Negócios Estrangeiros da Turquia

O Irão “condena seriamente” a decisão dos Estados Unidos de transferir a embaixada para Jerusalém e diz que a medida viola as resoluções internacionais. Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão

 

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