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Não se fala de outra coisa no México. Nove jogadores da seleção deste país estiveram, de acordo com a revista “TV Notas”, na companhia de 30 prostitutas numa festa que durou 24 horas. O encontro começou no sábado à noite, logo após a partida que tiveram frente à Escócia, do qual os mexicanos saíram vencedores.

A vitória por 1 a 0 foi celebrada pela seleção do México na companhia de três dezenas de prostitutas, numa festa à qual não faltou álcool. A garantia é dada pela revista desse país “TV Notas”, que avançou, em primeira mão, com a história.

Do grupo de jogadores fazem parte dois futebolistas que também atuam em relvados portugueses. São eles Héctor Herrera, capitão do F.C. Porto, e Raúl Jiménez, do Benfica. Alguns órgãos de comunicação social acrescentam a esta lista o nome de Jesús Corona, também do clube dos “dragões”.

Guillermo Ochoa, Carlos Salcedo, Jesús Gallardo, os irmãos Giovani e Jonathan dos Santos e Marco Fabián completam o rol de futebolistas presentes nesta festa.

A imprensa mexicana aponta que as 30 mulheres chegaram de Uber ao local, em grupos de cinco. Há, de resto, uma imagem que comprova a chegada dos veículos à casa que recebeu estes festejos. Outra mostra Herrera a receber as convidadas.

“Chegaram às 22.30 e ali ficaram muito bem acompanhados, com música, jogos e mulheres. Tinham a noite livre, sem as suas namoradas ou mulheres”, contou uma fonte à revista “TV Notas”. Ali ficaram alguns, alegadamente, até à tarde do dia seguinte. Outros abandonaram a festa durante a madrugada e no início da manhã.

 

TEXTO: Dúlio Silva

 

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