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Fazer sexo numa piscina é uma cena comum em filmes e novelas, mas para muitas pessoas não passa de uma fantasia difícil de concretizar, seja pela inexistência de uma piscina em casa ou pela vergonha que tal pode fazer sentir.

Embora se trate de uma “experiência que pode ser sexy”, ter relações sexuais dentro de água – seja numa piscina, no mar, no rio, etc. – “existem alguns riscos para a saúde” que as pessoas devem conhecer antes de se aventurarem, diz a ginecologista norte-americana Sheila Loanzon em declarações ao site Bustle.

Em primeiro lugar, e falando diretamente para as mulheres, a especialista revela que o ato da penetração dentro de água de piscinas pode alterar o equilíbrio do pH vaginal, o que pode desencadear uma infeção por fungos ou bactérias.

O cloro presente nas águas das piscinas é conhecido por secar a pele, mas deve ser também conhecido por ser rico em químicos que em nada beneficiam o “ambiente vaginal”, diz a médica, salientando que a água jamais deve ser vista como um método contracetivo. O risco de uma gravidez indesejada é grande quando não se faz uso do preservativo… seja dentro ou fora de água.

Mas os riscos não são apenas para elas: tanto o homem como a mulher fica mais suscetível a uma doença sexualmente transmissível quando faz sexo dentro de água. De acordo com a especialista, a água é tudo menos amiga da lubrificação, deixando a vagina à mercê de pequenas ‘lágrimas’ que podem aumentar o risco de contágio de herpes, por exemplo.